terça-feira, 28 de junho de 2011

Carlos Alberto Torres x Tostão




A discussão no Blog não passa pela qualidade de Tostão ou Carlos Alberto Torres dentro dos gramados, que parece ser indiscutível até mesmo para quem não era vivo na conquista do tricampeonato da Seleção Brasileira em 1970 (o meu caso).

Carlos Alberto, o capitão do tri, não mediu as palavras ao falar do seu ex-companheiro ao repórter Bruno Freitas, do UOL Esporte:

'É um demagogo, pode escrever aí. O Tostão não precisa ficar falando. Ele teve mais sorte que do os outros, é médico, não sei nem se é ele que escreve aquela coluna lá no jornal. Mas tem gente que não foi preparada. Esse filho da p… deveria falar algum tipo de verdade. Não gosto nem de falar'

Tostão é contra o Estado efetuar o pagamento de uma aposentadoria aos campeões mundiais de futebol e disse que não aceita qualquer contribuição. Causou a fúria em Carlos Alberto!

Nascido em Belo Horizonte, de classe média, Tostão é daquelas pessoas que tem facilidade para fazer tudo. Era diferenciado dentro de campo, mas encerrou a carreira ainda jovem ( 27 anos, com problemas na vista). Tentou a sorte na medicina e se formou na Universidade Federal de Minas Gerais.
Quando retornou ao mundo esportivo mostrou seu inegualável talento de brincar com as palavras.

Certamente causa muita inveja nas pessoas. Ele tem o talento de usar o lado emocional e racional muito bem. É um ser humano que sonho em conhecer.

Não quero entrar no mérito da fúria de Carlos Alberto, cada um sabe aonde aperta e o que fala. Mas devido a falta de respeito, inveja e outras coisas, gosto menos do nosso capitão do tri. Não valorizo apenas o talento dentro de campo, mas o caráter da pessoa.

Cada um tem sua opinião e precisa ser respeitada, mas não se esqueça Carlos Alberto:
'Herois são reféns da glória. Vivem sufocados pela tirania da alta performance'

Armando Nogueira

quarta-feira, 27 de abril de 2011

INCOMPARÁVEL


Resolvi voltar ao Blog.

E SIMPLESMENTE para falar um pouco do melhor jogador de futebol que eu já vi atuar: Lionel Messi.
Com um gol e outra obra prima, ele garantiu os 2 a 0 do Barça sobre o Real Madrid na semifinal da Liga dos Campeões.

ARMANDO NOGUEIRA:

'Como um poeta tocado por um anjo, como um compositor seguindo a melodia que lhe cai do céu, como um bailarino atrelado ao ritmo, Garrincha joga futebol por pura inspiração, por magia, sem sofrimento, sem reservas, sem planos'

Sim, esse texto não fala sobre Lionel, mas como não vi Garricha, imagino e comparo os seus dribles com os do maior jogador do planeta na atualidade. Não acho exagerado. E Não sei o que Messi seria capaz de fazer se jogasse há 50 anos...